O POETA COMPREENDE A LEI ANTIPALMADAS
Já não se pode repreender uma criança
Zelam as leis pelo bem dela
Não se pode mais nem palmadela
Nem outro castigo bem lhe alcança
É porque o Estado, já muito elucidado,
Em matéria de leis e cumprimento
Dá exemplos de como debelar
A violência em seu próprio surgimento
À polícia provê com cacetetes
Para combater o ânimo muito afoito
Dos mal-educados marginais
É assim que se educa muito mais
As crianças, adultos de dezoito,
Com porradas e na cara com bofetes!
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